Hoje é Quarta, 29 Jul 2015
Agrupamento de Escolas de Santa Comba Dão
Direito à Diferença e à Inclusão

Projeto Multideficiência e/ou Portador de Deficiência – O Direito à Diferença e à Inclusão) ao Congresso Internacional - 2ª Mostra Nacional de Práticas de Psicologia, que decorreu em São Paulo (Brasil) em Setembro de 2012

Multideficiência e/ou Portador de Deficiência – O Direito à Diferença e à Inclusão

Gabriela A Vieirae, Cátia Mamede

Serviços de Psicologia do Agrupamento de Escolas de Santa Comba Dão, Avenida da Escola Secundária 3440-321 Santa Comba Dão, Viseu, Portugal

Actualizado em Segunda, 12 Novembro 2012 14:05
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Inicio da atividades letivas

Todas as turmas/grupos e níveis de ensino iniciarão as atividades letivas, no dia 16 de setembro de 2013, às 09:00 horas.

A Diretora do Agrupamento de Escolas de Santa Comba Dão,

Maria Madalena Ferreira Dinis

 
Khan Academy

 

Aqui podes rever a matéria para os exames finais de forma simples e grátis.

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(Clica na imagem para acederes ao site)

Actualizado em Domingo, 21 Junho 2015 08:05
 
A RITALINIZAÇÃO DOS MIÚDOS


Na RTP, no programa Linha da Frente foi divulgado um trabalho “Cérebro meu” de enorme interesse público e cujo visionamento me parece importante. O trabalho centrou-se no uso crescente do fármaco cloridrato de metilfenidato em crianças e adolescentes. O uso desta droga ocorre, fundamentalmente, no quadro de diagnósticos de hiperactividade e défice de atenção.

O recurso ao metilfenidato com os nomes correntes de Ritalina, Concerta ou Rubifen disparou em Portugal nos últimos anos, de 23 000 embalagens vendidas em 2004 passou-se para cerca de 280 000 embalagens vendidas em 2014, um crescimento assombroso e preocupante.

Na peça televisiva, para além dos testemunhos de crianças, adolescentes e pais devem, do meu ponto de vista, salientar-se as lúcidas intervenções da professora Inácia Santana e da pedopsiquiatra Ana Vasconcelos que alertam para os muitos problemas e riscos envolvidos nesta medicação.

Ainda face a este cenário e em diferentes intervenções públicas, especialistas como Mário Cordeiro ou Gomes Pedro, muito recentemente, têm revelado sempre uma atitude cautelosa e prudente face esta hipermedicação ou sobrediagnóstico. Este tipo de discurso, cauteloso e prudente, que subscrevo, contrasta com a ligeireza, que não estranho, de Miguel Palha que referia há algum tempo no Público as “centenas” de crianças que na sua clínica solicitam “diariamente” o fármaco.

Retomo algumas notas de textos anteriores sobre estas questões, a forma como olhamos e intervimos face aos comportamentos que os miúdos mostram. De facto, de há uns tempos para cá uma boa parte dos miúdos e adolescentes ganharam uma espécie de prefixo na sua condição, o "dis".

Se bem repararem a diversidade é enorme, ao correr da lembrança temos os meninos que são disléxicos em gama variada, disgráficos, discalcúlicos, disortográficos ou até distraídos.

Temos também as crianças e adolescentes que têm (dis)túrbios ou perturbações. Estes também são das mais diferenciadas naturezas, distúrbios do comportamento, distúrbio do desenvolvimento, distúrbios da atenção e concentração, distúrbios da memória, distúrbios da cognição, distúrbios emocionais, distúrbios da personalidade, distúrbios da actividade, distúrbios da comunicação, distúrbios da audição e da visão, distúrbios da aprendizagem ou distúrbios alimentares.

Como é evidente existem ainda os que só fazem (dis)parates e aqueles cujo ambiente de vida é completamente (dis)funcional ou se confrontam com as (dis)funcionalidades dem muitos contextos escolares, número de alunos por turma excessivo, currículos desajustados, falta de apoios, etc.

Pois é, há sempre um "dis" à espera de qualquer miúdo e senão, inventa-se, "ele tem que ter qualquer coisa".

De forma simplista costumo dizer que algumas destas crianças não têm perturbações do desenvolvimento ou dificuldades de aprendizagem, experimentam perturbações no envolvimento e sentem dificuldades na “ensinagem”.

Agora um pouco mais a sério, sabemos todos que existem um conjunto de problemas que podem afectar crianças e adolescentes mas, felizmente, não tantos como por vezes parece. Inquieta-me muito a ligeireza com que frequentemente são produzidos "diagnósticos" e rótulos que se colam aos miúdos, dos quais eles dificilmente se libertarão e que pela banalização da sua utilização se produza uma perigosa indiferença sobre o que se observa nos miúdos.

Inquieta-me ainda a ligeireza com que muitos miúdos aparecem medicados, chamo-lhes "ritalinizados", sem que os respectivos diagnósticos conhecidos pareçam suportar seguramente o recurso à medicação. Como se viu na peça da RTP os riscos da sobreutilização ou uso sem justificação do metilfenidato tem riscos, uns já conhecidos, outros em investigação.

Esta matéria, avaliar e explicar o que se passa com os miúdos e adolescentes, exige um elevadíssimo padrão ético e deontológico além da óbvia competência técnica e científica.


Prof José Morgado (ISPA)

Não se pode aligeirar, é "dis"masiado grave.


http://www.rtp.pt/play/p1764/e197515/linha-da-frente

Actualizado em Domingo, 21 Junho 2015 07:57
 
Audição dos Alunos Finalistas 2015


Um verdadeiro privilégio - é como classifico - poder assistir a um espetáculo de tão excelente qualidade. Quando pensava já ter assistido ao melhor, fui hoje surpreendida pela atuação dos alunos finalistas do 4ºano do AESCD, nas AECs de Música, numa combinação perfeita entre o Teatro e a Música. Este ano, o tema foi - Clássicos do Cinema Português.

Felicito, assim, os Alunos e todos os Professores que tão bem os prepararam!

A Diretora do AESCD

Maria Madalena Dinis


 
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